Estados de sítio e alma.
6.09.2010
6.01.2010
Febre.
Ia na outra noite com a B. apanhar o comboio e saio com uma do género "já vectorizas-te?", que ná realidade queria dizer "já validas-te?" (o bilhete).
Isto são pequenos sinais de que estou a começar a ficar definitivamente doente.
Levo qualquel postal/flyer/convite/broxura p'ra casa porque gosto do "design" da coisa; sempre que muda o mês lembro-me da Agenda Cultural para ver a nova capa; sempre que bebo um refrigerante (mesmo que seja o clássico Coca-Cola) fico horas a avaliar a composição gráfica da embalagem; antes de comprar um livro, abro-o e tiro notas mentais da sua capa planificada; antes de ler uma revista passo a primeira vista de olhos p'rá paginação. Já para não falar dos mupis, outdoors... e até já dei por mim a pensar (mal) sobre a colocação dos vinis nos carros das escolas de condução.
Fico extremamente revoltada com a utilização da Comic Sans, abro de propósito o Photoshop só para cortar uma fotografia, dou por mim a fazer trabalhos teóricos no Illustrator e o Microsoft Word para mim passou a ser chinês em braille.
Basicamente, tirar uma licenciatura em Design abre-nos bastante os olhos e faz-nos preocupar com aquilo que mais ninguém se preocupa ou muito menos dá importância.
Mas adoram entrar num espaço com um ambiente agradável, ver uma boa revista até ao final sem ficar com os olhos arder ou utilizar expressões como "este sofá é optimo!".
E, no final de tudo isto, ainda há quem tenha a lata de perguntar "O que é que tu fazes?"
Eu? Eu faço tudo: Design.
Isto são pequenos sinais de que estou a começar a ficar definitivamente doente.
Levo qualquel postal/flyer/convite/broxura p'ra casa porque gosto do "design" da coisa; sempre que muda o mês lembro-me da Agenda Cultural para ver a nova capa; sempre que bebo um refrigerante (mesmo que seja o clássico Coca-Cola) fico horas a avaliar a composição gráfica da embalagem; antes de comprar um livro, abro-o e tiro notas mentais da sua capa planificada; antes de ler uma revista passo a primeira vista de olhos p'rá paginação. Já para não falar dos mupis, outdoors... e até já dei por mim a pensar (mal) sobre a colocação dos vinis nos carros das escolas de condução.
Fico extremamente revoltada com a utilização da Comic Sans, abro de propósito o Photoshop só para cortar uma fotografia, dou por mim a fazer trabalhos teóricos no Illustrator e o Microsoft Word para mim passou a ser chinês em braille.
Basicamente, tirar uma licenciatura em Design abre-nos bastante os olhos e faz-nos preocupar com aquilo que mais ninguém se preocupa ou muito menos dá importância.
Mas adoram entrar num espaço com um ambiente agradável, ver uma boa revista até ao final sem ficar com os olhos arder ou utilizar expressões como "este sofá é optimo!".
E, no final de tudo isto, ainda há quem tenha a lata de perguntar "O que é que tu fazes?"
Eu? Eu faço tudo: Design.
5.05.2010
good vibes
E às vezes fica-se desta forma.
Não existem não's, os sim's passam a estar em primeiro plano. Toda a música é boa de se ouvir, tou cheia de ritmo e a minha linguagem tornou-se universal.
Deixei para lá o azar, o não gosto, as secas, as esperas, o desespero, a angústia, a tristeza e as lágrimas ainda existem, mas são de alegria.
Já escrevo sem borracha. Neste capítulo vou minimizar o mau, exagerar o bom e, se me enganar, fica assim mesmo. De certeza que depois do erro não irei mais dançar fora da pista.
Tenho um sol em cada mão: um para de dia e a lua para a noite.
Como já se dizia: cada pingo de chuva são beijinhos meus que te molham a cara.
Tenho sorrisos que me fazem covinhas na cara e rugas nos olhos.
Por mais que grites, chores, por mais que aumentem mais um algarismo no bolo de aniversário, por mais que o tempo de faça mudar as expressões e o teu falar passar a ser arcaico, nunca te mudes.
Mantém-te como és, mantém-te livre, mantém-te feliz, mantém-te tu.
The sun will allways shine *
With love to you, all.
Não existem não's, os sim's passam a estar em primeiro plano. Toda a música é boa de se ouvir, tou cheia de ritmo e a minha linguagem tornou-se universal.
Deixei para lá o azar, o não gosto, as secas, as esperas, o desespero, a angústia, a tristeza e as lágrimas ainda existem, mas são de alegria.
Já escrevo sem borracha. Neste capítulo vou minimizar o mau, exagerar o bom e, se me enganar, fica assim mesmo. De certeza que depois do erro não irei mais dançar fora da pista.
Tenho um sol em cada mão: um para de dia e a lua para a noite.
Como já se dizia: cada pingo de chuva são beijinhos meus que te molham a cara.
Tenho sorrisos que me fazem covinhas na cara e rugas nos olhos.
Por mais que grites, chores, por mais que aumentem mais um algarismo no bolo de aniversário, por mais que o tempo de faça mudar as expressões e o teu falar passar a ser arcaico, nunca te mudes.
Mantém-te como és, mantém-te livre, mantém-te feliz, mantém-te tu.
The sun will allways shine *
With love to you, all.
4.21.2010
vontade
Às vezes parece que tudo desaba, que tudo está perdido. E a única coisa que existe é apenas um corpo vazio, cheio de vontade de gritar.
Os dias tornam-se mais pequenos, já nenhuma música nos põe a mexer, o sol muda de cor e o tempo passa demasiado rápido ou parece não passar. As vontades já não se dividem e estão todas concentradas em "sair daqui", qualquer que seja o sitio.
Nada é suficiente e tudo é exagero.
Tudo isto e muitas outras coisas já nos passaram pela cabeça... Pois bem, esqueçam os "manuais de felicidade" que encontram na fnac e esqueçam também o horóscopo da Maya tentando encontrar alguma esperança de que "hoje é o seu dia de sorte"!
Tudo isto é um mito que nos faz viver na utopia em que se gastarmos 14€ o nosso problema fica resolvido numa semana.
Olha para o espelho. Sabes quantos anos tens? Subtrai a tua idade à idade média de vida - é isso que ainda te resta viver. Vale a pena dizer mais alguma coisa?
Encosto-me para trás, relaxo os ombros, fecho os olhos e carrego no "play". Esta música é tão melhor que o resto... Tudo parece mais pequeno e a melodia invade o meu cérebro até partilhar o meu pensamento.
Saio de casa.
Há tanta coisa para fazer, que a porta das energias negativas parece estar fechada. O sol põe-se devagar e apesar de ser final de tarde, ainda está calor suficiente para me manter quente.
Afinal de contas há vida...e está cá para ser aproveitada.
Faz tudo hoje, o máximo que puderes... para amanhã fazeres mais e melhor!
:)
Os dias tornam-se mais pequenos, já nenhuma música nos põe a mexer, o sol muda de cor e o tempo passa demasiado rápido ou parece não passar. As vontades já não se dividem e estão todas concentradas em "sair daqui", qualquer que seja o sitio.
Nada é suficiente e tudo é exagero.
Tudo isto e muitas outras coisas já nos passaram pela cabeça... Pois bem, esqueçam os "manuais de felicidade" que encontram na fnac e esqueçam também o horóscopo da Maya tentando encontrar alguma esperança de que "hoje é o seu dia de sorte"!
Tudo isto é um mito que nos faz viver na utopia em que se gastarmos 14€ o nosso problema fica resolvido numa semana.
Olha para o espelho. Sabes quantos anos tens? Subtrai a tua idade à idade média de vida - é isso que ainda te resta viver. Vale a pena dizer mais alguma coisa?
Encosto-me para trás, relaxo os ombros, fecho os olhos e carrego no "play". Esta música é tão melhor que o resto... Tudo parece mais pequeno e a melodia invade o meu cérebro até partilhar o meu pensamento.
Saio de casa.
Há tanta coisa para fazer, que a porta das energias negativas parece estar fechada. O sol põe-se devagar e apesar de ser final de tarde, ainda está calor suficiente para me manter quente.
Afinal de contas há vida...e está cá para ser aproveitada.
Faz tudo hoje, o máximo que puderes... para amanhã fazeres mais e melhor!
:)
4.09.2010
4.01.2010
3.23.2010
rewind
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